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Sintra Capital do Romantismo - www.sintraromantica.net

Construído entre 1839 e 1849 por ordem do Rei consorte D. Fernando II (1816-1885), o magnífico Palácio da Pena e o Parque que o rodeia são o expoente máximo do romantismo em Portugal. Desde o início das obras de adaptação e ampliação, destinada a residência de verão da família real portuguesa, que o Palácio da Pena assumiu um papel pioneiro, destacando-se do panorama artístico do Portugal Romântico do século XIX.
D. Fernando II estava determinado a deixar a sua marca em Sintra. O novo palácio começava a assumir diversas formas e cores, invocando o período áureo da História de Portugal, elementos decorativos evocando formas arabizantes ou inspirados na corrente gótica e no manuelino. Enfim, a reunião de uma profusão de volumes, decorativos e revivalistas, sem precedentes na história da arquitectura portuguesa e que ainda hoje quando observamos o seu resultado final, nos transporta para um qualquer conto de fadas e nos povoa o imaginário.
O interior do Palácio oferece um conforto extremo, provido de todas as dependências necessárias a uma estrutura real, com o cuidado de não descurar a questão estética. Todos os recantos que envolvem o observador permitem momentos únicos. Os elementos fitomórficos, as esculturas, os elementos exotéricos e mitológicos, que decoram a estrutura edificada, aliados a paredes pintadas em trompe l`oeil e uma decoração de cores quentes, azulejos e veludos, permitem criar uma cenografia verdadeiramente romântica. Composto de claustro, a partir do qual se desenvolvem os restantes volumes; capela – onde ver um retábulo de Nicolau de Chanterenne; sala árabe, sala indiana, sala de jantar e de estar, cozinha, quartos de dormir e gabinetes privados. As várias estruturas articulam-se em diferentes registos e permitem ao observador encontrar, aqui e ali, referências a outros tempos da história de Portugal, sempre e tudo cenograficamente pensado até ao mais pequeno detalhe.
Ao mesmo tempo que o palácio se assumia cada vez mais como mais um dos ex-líbris da região, as obras no parque do palácio avançavam a bom ritmo, com espécies arbóreas e florais a afluírem de várias partes do mundo, inclusive da Floresta Negra. Em 1949, ficaram concluídas as obras do parque. Uma espécie de jardim do paraíso, ornado de flores e árvores exóticas, feteiras, lagos com cisnes e estruturas arquitectónicas que permitem cenários tão ao gosto do romantismo. A coroar toda esta magnificência vegetal – o Palácio da Pena.

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Horários:
Abril – Setembro: 09.45h – 19.00h / Bilhetes à venda até às 18.15h
Última entrada até às 18.30h
Outubro – Março: 10.00h – 18.00h / Bilhetes à venda até às 17.00h
Aberto de 2.ª feira a domingo